Domingo, 9 de Setembro de 2007
Hermione conta a verdade aos amigos

Hermione conta a verdade aos amigos(último capitulo)

Hermione estava muito feliz, assim como Draco... estavam juntos e trocaram várias vezes juras de amor. Passaram muito tempo assim... mas faltava pouco tempo para os exames, e Hermione sentia a pressão de Ginny e Elke pedirem que contasse a verdade a Harry e Ron... custava-lhes estar a mentir ao namorado... Elke namorava com Ron. Já namoravam desde o aniversário de Ron, mas Elke nunca tinha tido oportunidade de contar a Hermione.

- Bem... eu vou ter de contar mesmo... não consigo estar a mentir muito mais tempo para eles! E além do mais, quero ser oficialmente namorada do Draco... - disse ela.

- Então vê se tratas disso... - disse Ginny.

- Talvez conte ainda hoje...

- Hermione, desculpa...mas é que eu não vou aguentar muito mais mentindo para o Harry. Ele faz sempre perguntas do género ''onde está a Hermione?" ''essa rapariga não se cansa de estudar?''...

Hermione soltou uma gargalhada.

- Ok... Ginny! Eu vou contar-lhes, mas... e se eles não aceitarem?

- Já sabia que ias por essa hipótse... eles têm de aceitar, tu também nunca proibiste o Ron ou o Harry de andarem com alguém... nem mesmo quando o Ron andava com a Lavender e o Harry com a Cho... tu sabes disso!

- Ok...pronto... se eles não concordarem, atiro com isso à cara! não que eu goste de ser assim...

Ginny e Elke foram para a sala comum dos Gryffindor. Ficaram de avisar Harry e Ron para irem ter com Hermione com urgência.

Hermione estava deitada no sofá à espera que Harry e Ron viessem... ela respirava fundo... ela sabia que ia ser dificil... Ron e Harry odiavam Draco. Aliás... Draco era inimigo deles!

- Hermione... abre! somos nós... - disse a voz de Harry.

Hermione abriu,mas antes respirou fundo.

- Oláaa... - tentou disfarçar.

- Tu tás bem? - perguntou Ron preocupado. - Foi o Malfoy que te fez alguma coisa?

- Nãoo... não, o Malfoy? Oh... não... entrem. - disse. Pensou ''uii... começamos bem''. - é mesmo do Draco que eu vos quero falar... sentem-se.

- Conta logo, Hermione! - disse Harry que estava em pulgas para saber.

- Calma! não é fácil... aiii, se ao menos a Ginny estivesse aqui...

- É assim tão grave?

- Eu namoro com o Draco. - disse tão rápido, quase que não deu para perceber.

- O quê? - perguntaram os amigos em coro.

- É isso, eu na-mo-ro com Dra-co. - disse soletrando todas as silabas.

- Bem... isso é mau de mais... - disse Ron. - Como pudeste, Hermione?

- Ninguém manda no coração, Ron... - justificou-se.

Harry parecia em estado de choque.

- Hellloooo...Harry? Diz algo... - pediu Hermione.

- Tem lógica agora... a Ginny uma vez disse-me: Como conseguiste namorar com a Chang mesmo sabendo que a tua melhor amiga a odiava? Quer dizer... isso não tem mal... ninguém manda no coração...

- Pois... e tu Ron... quando namoraste com a Lavender eu também não disse nada! E ela não é daquelas pessoas que eu adoroooo! - disse Hermione, tentando defender-se. - vocês vão ficar chateados comigo?

Harry e Ron olharam-se... tentando obter uma resposta! Parecia telepatia, pois ambos responderam ao mesmo tempo:

- Não, claro que não...

- Aiii... obrigadooooo... - disse Hermione tão feliz que apertou num abraço Harry e Ron com tanta força.

- Ok, ok...Hermione, tudo bem... mas não nos peças para sermos os melhores amigos do Malfoy...

- Não sejas estúpido, Ron! - disse Hermione largando-os. - Nem vou pedir que sejam amigos... ao menos que o respeitem...

Ron e Harry sorriram para Hermione.

Draco entrou na sala nesse momento...

- Boa tarde! - disse ele.

- Ãh... Draco... ãa... eles já sabem!

Ron não tirava o olhar de Draco e Harry nem sequer olhava para ele, mantinha o olhar fixo no sofá...

- Óptimo... isto quer dizer que vamos poder andar à vontade? - disse sorrindo para Hermione, quase ignorando Harry e Ron.

- É... olha, eu pedi-lhes que não te faltassem ao respeito... mas, tu também tens de fazer isso... não vos peço que sejam amigos, apenas... que se RESPEITEM! - disse ela.

- Claro...

- Bem... vou ter com a Ginny. - disse Harry se sentindo a mais.

- Também tenho de ir ter com a Elke. - disse logo Ron.

- Adeus, Hermione... adeus Malfoy! - disse Harry, o último nome saíu lhe com alguma dificuldade.

- Adeus aos dois! - disse Ron evitando pronunciar o nome Malfoy...

- Adeus... - disse Draco.

Hermione acompanhou-os até ao retrato e depois foi ter com Draco.

- Não me tá nada a apetecer sair daqui para ir jantar... - disse Hermione com ar angelical... subindo as escadas, olhando para Draco como modo de chamamento.

Draco percebeu e subiu as escadas e foram para o quarto dela.

- Tás doente? - perguntou Draco sem cara de preocupado.

- Não... quando for hora de jantar... podias ir buscar alguma coisa para comer e depois... ficavamos aqui - disse ela que estava a olhar para fora da janela. Já estava escuro.

- Tudo bem, amor... eu faço isso... quando tiveres fome é só dizeres.

- Ok... então anda para a minha beira. - pediu ela.

Draco e Hermione olhavam para o céu... começava a escurecer cada vez mais, aos poucos. Hermione virou-se de frente para Draco, olhou-o profundamente nos olhos.

- Eu amo-te tanto... - disse ela abraçando-o.

- Eu também, Hermione! Nem imaginas o quanto... pensei que nunca me iria apaixonar... - disse inocentemente.

Draco pegou no queixo de Hermione e encostou os lábios... depois beijou-a com tanta paixão, tanto amor, tanto mistério...

Draco foi conduzido por Hermione até à cama, ainda a beijarem-se, deitaram-se na cama de Hermione, ele beijava-lhe o pescoço e ela passava-lhe as mãos no cabelo loiro, passando depois a "arranhar-lhe" as costas e tirou-lhe a t-shirt...mas como a adrenalina era muita, Hermione disse:

- Tenho fome, mor...

- Agora! - perguntou ele.

- Vá lá... - pediu-lhe. Ela nem sequer olhava para o corpo do namorado, porque se o fizesse, ele não saíria dali e envolviam-se naquele momento. - Tu prometeste!

- Ok...ok... - disse, vestindo a t-shirt. - Já venho.

Draco saíu e foi até à cozinha onde estava cheia de elfos a trabalharem duramente. Faziam imensa comida a todos os instantes.

- Malfoy senhor... - disse Dobby. - Dobby poder ajudar?

- Podes Dobby... quero que me arranjes alguma coisa que se coma... mas algo decente porque tem de ser especial. - disse Draco.

- Ser para já, senhor. - disse o elfo, fazendo uma vénia e retirando-se. Dobby quando voltou trouxe um tabuleiro. - Isto chegar...? - perguntou Dobby hesitante.

- Chega e sobra, obrigado Dobby... - disse Draco virando as costas. - Ah... ainda não te agradeci pelo que fizeste por mim e pela Hermione. Obrigado...

Dobby sorriu.

Draco ao sair da cozinha ainda conseguiu ouvir um elfo dizer:

- Trabalhar, Dobby, trabalhar...

Subiu o mais depressa possível.

- Veritas Locas!

- Draco... - disse Pansy ao fundo do corredor a correr.

- Oh...não... - disse ele. - Veritas Locas!

E entrou na sala sem sequer falar com Pansy. O que quereria ela? Será que não lhe dava paz? Foi para o seu quarto questionando-se.

- Rápido... - disse Hermione. - Foste rápido!

- É,fui... o Dobby arranjou-me isto num instante... agora ali no corredor encontrei a Parkinson... mas entrei para dentro e ignorei-a.

- Acho bem... senão eu e essa cobra tinhamos de ter uma conversinha!

- Vamos comer? - perguntou o slytherin mudando de assunto.

- Claro...

No tabuleiro havia salada e atum... arroz e sopa! Para sobremesa havia salada de fruta. Hermione olhava para a comida, ja fazia crescer água na boca. Salada com pepino, tal como Hermione gostava.

- Gostou a princesa? - perguntou Draco a Hermione.

- Adoreiii... não podia estar melhor... maravilhoso, delicioso, gostoso... hum... o Dobby sabe os meus gostos? - perguntou rindo-se.

Draco não respondeu e deu-lhe um profundo beijo...só queria senti-la, beijá-la, abraçá-la... poucos minutos depois, estavam deitados na cama... estavam de tal modo tão unidos, que qualquer pessoa sabia que estavam apaixonados!

Hermione adorava sentir Draco, sentir o seu perfume, o seu cheiro... transmitia-lhe felicidade. Ficar assim para sempre, para eles não era um problema... mais nada lhes importava... só existiam eles... o resto era apenas os outros! Nunca estiveram tão apaixonados... e tão envolvidos.

Estavam agarrados e beijavam-se com certa paixão e alguma selvagem.

Viveram aquele momento intensamente. Em silêncio... os gestos bastavam.



publicado por Sara Mendes às 14:06
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