Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007
O pior e a escolha

O pior e a escolha

- Nunca pensei que eu e tu... - disse Draco sorrindo e mexendo no cabelo de Hermione.

- Pensei que não passasse duma sangue de lama para ti...

- Para a minha família, tu és só isso!

- Eu sei... - disse tristemente. - O que vai acontecer agora?

- Não sei, Hermione... acho que nunca mais te vou largar!

Hermione riu-se e depois disse:

- Mas... e a Pansy?

- Quantas vezes é que eu tenho de dizer que não tenho nada com a Pansy? - perguntou furioso.

- Calma...

- Olha e tu e o Weasley...

- Eu e o Ron nada... ele está completamente caídinho pela Elke... e eu por ti!

Draco suspirou de alívio.

Passou muito tempo e estava tudo muito bem entre eles. Só Elke e Ginny é que sabiam. Faltava pouco tempo para o aniversário de Ron e os Gryffindor iam dar uma festa pequena na sala comum para ele. Obviamente, Hermione tinha sido convidada.

- Tu vais? - perguntou Draco.

- Claro... ele é um dos meus melhores amigos, Draco...

- Tu é que sabes... - disse aborrecido.

Hermione desceu primeiro para ir ter ao salão principal... encontrou-se com Ginny e Elke. Pansy estava atrás com uma Slytherin de cabelos loiros e olhos azuis enormes, chamada Dianah.

- Vais aos anos do Ron?

- Não perderia nem por nada...

- E ele? - perguntou Elke, Hermione percebeu que se referia ao Draco.

- Ele... compreendeu... - disse olhando para todos os lados.

Seguiram para o salão principal, já estava lá Ron.

- Parabéns, Ronald! - disse Hermione sorrindo.

- Obrigada, Hermione...

- A tua prenda, dou-te mais logo...

- Não era preciso, Hermione...

Ela simplesmente sorriu... depois viu Draco entrar pelo salão e Pansy a correr atrás dele.

- Espera, Draco! - disse ela.

- Deixa-me em paz...

- Não sejas assim, Draquinho...

- E pára de me chamar Draquinho, o meu nome é DRACO!

Hermione pôs-se de pé... estava prestes a ir ter com ela quando se lembrou que não eram "oficialmente namorados".

Draco sentou-se no lugar do costume. Pansy era à sua frente juntamente com Dianah.

Ele estava furioso e só queria comer rápido para sair dali...

Ela confusa. Não estava a perceber nada de nada. Mal acabou de almoçar, Draco foi para o seu quarto. Hermione antes de ir ter com ele combinou tudo para a festa de aniversário de Ron.

Bateu à porta do quarto de Draco. Viu que ele não abria, e decidiu entrar.

- Draco... o que tens? - perguntou sentando-se na cama dele... ele olhava para fora da janela.

- Nada, Hermione... aquela chata da Pansy... nada... esquece mesmo! - pediu ele.

- Ok... não confias em mim...

- Fogo, não é isso! se eu te contar tu vais ficar diferente comigo...

- Conta logo, Draco!

- Bom... é o seguinte, o meu pai está preso em Azkaban... mas não sei como ele mandou uma carta à Parkinson...

- Porquê?

- Deixa-me falar... como tu deves calcular o meu pai adora-a, por ser de família de sangue puro... e querem muito que eu fique com ela... - Hermione desviou o olhar - mas eu não quero! e ele disse-lhe que se eu não resolvesse as minhas coisas com ela, eu iria pagar bem caro!

- Como pode ser tão cruel? - perguntou exaltada.

- É um Malfoy!

- Vamos fazer assim, eu hoje vou só entregar o meu presente ao Ron e, volto logo para a tua beira! Ok?

- És capaz disso por mim, Hermione?

- E muito mais... - disse-lhe enchendo-o de beijos.

Passaram o dia a conversar. Hermione deu-lhe um último beijo e faltavam dois minutos para ir ter com Ginny ao sítio combinado...

- Tens mesmo de ir? - perguntou Draco.

- Tenho... e já estou atrasada... chego lá dou o presente e venho logo para a tua beira...juro!

Hermione pegou no embrulho que tinha comprado em Hogsmead na semana que tinham ido... e foi-se embora.

Pansy e Dianah estavam a espiar... queriam saber quando Hermione saía para Pansy ir logo ter com Draco.

- Ouve bem, Dianah... ficas aqui... quando a sangue de lama voltar... dizes que não pode entrar porque o Draco está muito ocupado... e depois deixas-a entrar... mas não mostres que querias deixar entrar!

- Combinado, Pansy... - disse Dianah entusiasmada, ela fazia sempre tudo o que Pansy mandava.

- Hermione, estava a ver que não... - disse Ginny. - Já devem estar todos lá... menos o Harry e o Ron... - Ginny explicou a Hermione o que se iria passar...

Quando já estavam todos na sala comum, entrou Ron e Harry.

- Parabéns, Ron Weasley! - disse Ron que lia as letras que pairavam no ar.

- Vocês são fantásticos!

- Pega o meu presente, Ron... - disse Hermione esticando o embrulho.

Ron desembrulhou e só conseguiu dizer:

- Uauu! Hermione, obrigada...

- Mal vi, achei a tua cara... - disse ela.

- Eu que não gosto de ler... vou ler já "as melhores defesas no quidditch" e estrear as minhas luvas... - disse rindo.

- Bem... eu vou ter de ir...

- Já, Hermione? - perguntou Harry.

- É... eu não dormi nada... e preciso mesmo!

E saíu.

Pansy batia constantemente à porta...

- Hermione, não sabes a senha! - perguntou Draco que estava a abrir a porta.

- Surpresa! - disse Pansy.

- Tu?

- Não me convidas a entrar? - perguntou, entrando.

- Não te importas de sair, Pansy?

- Importo-me... - disse puxando Draco pelo braço até ao seu próprio quarto.

Pansy sentou-se na cama, Draco olhava-a espantado.

Ouviram berros.

- Mas, como não posso entrar? - gritava Hermione.

- Não podes... o Draco está muito ocupado! - disse Dianah.

Hermione subiu irritada as escadas até ao quarto de Draco... abriu a porta.

- Draco! - disse escandalizada.

Pansy tinha lhe dado um beijo assim que ouviu os gritos de Hermione.

- Não é nada do que tás a pensar, Hermione... - tentou justificar-se o loiro.

- Não? COMO TE ATREVES? Foi tudo teatro, não foi?

- Não... juro que não... Pansy diz a verdade! - disse desesperado.

- É desnecessário... fica com essa cobra!

- Hermione... Não vás... deixa-me explicar! - disse ele. Mas Hermione já não o ouvia... corria em direcção ao jardim de Hogwarts... chorava imenso...

Estava sozinha debaixo da árvore que ela tanto gostava.

- Como é que foste capaz, Draco... como? - disse chorando. - eu ODEIO-TE!

Pensamentos de todos os tipos passavam pela cabeça de Hermione. Não podia ficar assim... mas ele era o seu grande amor e agora que as coisas pareciam estar a correr bem... era um desespero para ela!

- Como foste capaz, Pansy? Estragaste tudo!

- Bem... só faço isto porque gosto de ti... e tenho pena que andes com uma sangue de lama...

- Não voltes a insultá-la, Pansy... não voltes! Tu davas tudo para seres metade do que ela é! - disse ele irritado. - Agora SAI! - ordenou ele.

- Tudo bem, Draquinho... só quero que saibas...

- Não quero saber mais nada, SAI!

- Tenho a certeza de que vais gostar de saber...

- DESAPARECE!

- O teu pai não me enviou nada...

- O quê! - disse ainda mais furioso. Ele estava vermelho de tanta raiva, como é que aquela rapariga o conseguia irritar tanto?

- É... agora que tenho a certeza que ela não vai olhar mais para ti... já podes saber da verdade!

- Tu estragaste tudo, Pansy! Tudo...

Pansy retirou-se e Dianah seguiu-lhe. Ele sentia-se muito mal... tava tão feliz com Hermione, como é que agora tava tudo estragado!

Nessa noite esperou por Hermione, mas nada feito. Só a viu no outro dia de manhã na mesa a tomar o pequeno almoço.

- Dormiste mal outra vez, Hermione? - perguntou Harry.

- Não... pior!

- Então?

- Esquece...

- Mas...

- Harry, por favor... tou com uma dor de cabeça horrível...

Ginny e Elke perceberam tudo... arranjaram maneira de estarem com ela a sós...

- Hermione... conta-nos!

- Vou-me mudar...

- Não percebi...

- Vou para onde nunca devia de ter saído...

- Continuo sem perceber...

- Vou deixar a magia!

- O quê? - disseram em coro.



publicado por Sara Mendes às 13:40
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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007
A noite e o dia a seguir !

A noite e o dia a seguir!

- Quem está aí? - perguntou Draco apontando a varinha para todos os lados possíveis.

- Calma, senhor... - disse uma voz não muito natural.

Hermione afastou-se um pouco de Draco e simplesmente dava-lhe a mão, também mantendo a varinha erguida.

- Quem és?

E com a aproximação, deu para ver que eram dois elfos.

- Dobby? - perguntou admirada Hermione. - O que fazes aqui?

- Menina, Dobby e Link não querer assustar vocês... Malfoy senhor! - disse o elfo que tinha servido já a família Malfoy.

- O que fazem vocês aqui? Pregaram-nos cá um susto... e que risos eram aqueles?

- Link explicar... Link e Dobby ouvir professora dizer ao professor que os chefes de turma vinham aqui arranjar plantas para professora Sprout. Link e Dobby querer ajudar.

- Mas...

- Menina, Dobby e Link apanhar muitas plantas para ajudar vocês. Ser muito perigoso estar aqui à noite sozinhos... - disse Dobby. Hermione ficou comovida.

- Mas e os risos? - perguntou Draco pensativo.

- Os risos, senhor... os risos foram porque Link se picar ao apanhar plantas. Link mostrar para si... - disse Dobby e fez sinal ao outro elfo para que mostrasse.

Quando ele mostrou as mãos, Hermione ficou espantada e preocupada.

- Temos de tratar disso...

- Não... não ter. Link tratar sozinho.

- Menina e senhor, Dobby e Link assustar vocês?

- Com os risos? E não foi pouco... - disse Draco.

- Dobby vai passar as mãos a ferro... para castigar-se.

- Não, não é preciso Dobby... - disse Draco.

- Link também...

- Não! Isso não - disse Hermione.

- Agora, nós ter de ir embora há baile em Hogwarts...Dobby e Link ajudar na cozinha. As plantas estarem ali.

E num estalar de dedos, os elfos desapareceram.

- Bem, mas que susto! - disse Hermione, guardando a varinha.

- Não exageres! - disse ele para dar um ar de corajoso.

Para relaxarem, sentaram-se debaixo duma árvore. Hermione olhava para Draco com ternura, tudo o que mais queria era abraçá-lo e beijá-lo. Eles trocavam olhares.

- Tenho frio... - disse Hermione que estava encostada à árvore, quase a dormir.

Draco pôs-lhe o casaco por cima e fez-a encostar ao ombro dele.

Depois de minutos de silêncio, Draco disse:

- E se fôssemos embora?

Como via que a rapariga não lhe respondia, espreitou e reparou que ela dormia. Passou-lhe a mão nos cabelos ondulados castanhos e na pele suave. 'Não posso estar apaixonado...'

Ele acabou por adormecer também.

Hermione acordou com uns raios de sol que entraram por entre as árvores.

- Boa! - disse. - Adormecemos na floresta. - olhou em redor. - Draco... acorda! - 'chamei-lhe Draco...', depois sorriu.

- Diz!

- Temos de ir... estamos no meio da floresta... e já é de manhã... - disse ela.

Draco abriu totalmente os olhos e levantou-se repentinamente.

- Txiii... adormeci...

- Também eu...

- Eu sei... adormeceste primeiro que eu... estive a ver-te dormir. - quando disse essa frase, sentiu-se estúpido.

Hermione corou.

- As plantas! - relembrou ela, tentando desviar o assunto.

Caminharam em direcção a Hogwarts...

- E se as plantas ficassem na cabana do Hagrid?

- Pode ser...

Deixaram ficar as plantas na cabana de Hagrid e seguiram caminho para Hogwarts. Foram directamente para o salão principal. Hermione foi ter com os amigos.

- E então? Como foi o castigo?

Hermione contou o sucedido, desde os elfos até a ter dormido na floresta.

- Dormiste com o Malfoy? - perguntou Ron enjoado.

- Devias estar mais preocupado com o facto de eu ter dormido na floresta do que eu ter dormido com o Malfoy... - disse dando uma golada no sumo de abóbora. - E o baile como foi?

- Foi fantástico...

- O Neville tá um bocado triste...

- Porquê? Nevil...

- Shhhh!

- É que a minha irmã deu-lhe uma barra... não foi ao baile com ele.

Hermione torceu o nariz... como modo de dizer "coitado".

- Ainda não deves saber da novidade...

- Qual? - perguntou entusiasmada.

- No próximo fim de semana vamos a Hogsmead.

- Hummm... óptimo!

- Não ficas contente?

- Não... porque haveria de ficar? - ao dizer isto olhou para a mesa dos Slytherin e via Draco muito feliz a conversar com Crabbe, Goyle e Pansy. - Gr...

- O que foi, Hermione?

- Nada! Vou para o meu quarto... - e saíu do salão principal, deixando todos a olhar para ela, inclusivé Draco.

- Vamos ter com ela, Ginny? -perguntou Elke.

- Vamos... ela tá a precisar de nós.

Na mesa dos Slytherin Pansy falava com Draco:

- Oh fofinho... como foi a tua noite?

- Muito boa! - disse e sentiu-se novamente estúpido. Ele tinha estado uma noite com uma sangue de lama, como podia qualificá-la?

- Muito boa? Como? Passaste com aquela...

- Granger, Pansy! O nome dela é Granger...

- Andas muito defensor...

Hermione enfiou-se no quarto a ler... e só depois é que ouviu a porta e foi abrir.

- Esqueci-me de alguma coisa? - perguntou inocentemente Hermione. - Entrem...

- Não, Hermione... não te esqueceste! Tás sozinha?

- Se queres saber se tá cá o Draco não não tá! Ele tava com aquela cobra nojenta...

- txiiii... isso o que é, Hermione?

- Verdades... ele é mau e cruel... mas...

- Deixa qualquer uma louca... isso todas sabemos! - disse Elke. - e mal o conheço! Se gostas dele... acho que devias de lutar e confrontá-lo.

- Não posso... ele é o inimigo do Harry e do Ron! - justificou. - E se eu estiver mesmo a ficar apaixonada por ele? NÃO, EU NÃO POSSO ESTAR APAIXONADA PELO...

E nesse momento entrou Draco.

- Uuu... a Granger apaixonada!

- E pela pessoa errada! - disse ela.

- Bem... eu acho que nós vamos indo... - disse Ginny puxando Elke.

Saíram deixando Hermione naquele estado... elas achavam que era a melhor altura para ela dizer tudo.

- Quem é ele, Granger?

- Não... não é! ou melhor... não pode!

Draco aproximou-se dela, olhando-a profundamente nos olhos.

- Tens a certeza?

Passou-lhe a mão na cara.

- N... não. Eu gosto... mas não posso...

- Não podemos? - disse Draco dando a entender que sabia quem era esse tal.

- Não. - disse friamente a Gryffindor.

Draco sorriu e beijou-a com um beijo cheio de paixão, desejo, amor... sei lá... nem há palavras para aquele beijo! Foi um momento único para ambos. Foi um beijo longo e apaixonado.

Continuando a beijarem-se sentaram-se no sofá.

- Porquê que não fizeste isto mais cedo? - perguntou Hermione a Draco assim que o beijo terminou.

- Precisava de ter a certeza do que sentia...

- Já tens?

- Bastou-me a noite de ontem.

Hermione sorriu e abraçou-o. O momento que ela esperava tinha acontecido.

_____________________x________________________x_______________

Em primeiro lugar , quero agradecer aos comentarios q tem sido fabulosos. Vou ja passar nos vossos :)

Aqui tem mais capitulo de Dhr :D

So faltam mais 4, depois regresso com os meus textos normais..

Beijinhos (x *


música: Pimentas do Reino - Pensando em você

publicado por Sara Mendes às 11:24
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Domingo, 26 de Agosto de 2007
Os restantes dias

Os restantes dias

- Não pode... professor. - contrariou Hermione. - Nós temos direito ao baile... ainda por cima vamos organizá-lo. O que se passou de manhã foi um mal entendido, eu e o Ma... Draco...

- Chega, miss Granger... chega. Escusa de tentar defender-se para ir a este baile... haverão outros.

- Mas, ela tem razão... foi por causa de dois alunos do primeiro ano.

- Chega! Podem sair. Espero que realizem o baile. E no dia de Halloween, irão cumprir o castigo.

Draco e Hermione saíram do gabinete amuados. Não era justo! Toda a gente se iria divertir, excepto eles. Ainda por cima não era muito agradável passarem uma noite juntos, na floresta!

Harry e Ron corriam com a capa em cima e, a sorte deles foi ouvirem o Sir Nicholas a dizer ao Barão Sangrento:

- Os nossos chefes de turma já apanharam detenção... coitadinhos... ainda por cima o professor Snape adiou a data para o baile de Halloween.

- Não posso crer... - disse Barão Sangrento.

Ao ouvirem este diálogo, os dois rapazes foram ter com Hermione à sala dos chefes de turma.

- Hermione... abre, somos nós! - gritavam eles.

- Eu já vos disse que miss Granger e mrs. Malfoy ainda não chegaram...

E, nesse momento chegaram os tão esperados chefes de turma.

- Harry! Ron! - exclamou admirada. - O que estão aqui a fazer?

- Bem, longa história... depois explicamos-te. - respondeu Ron olhando Draco de lado.

- Entras, Granger?

- Entramos! Veritas Locas.

Entraram e Hermione serviu cervejas amanteigadas para todos.

- Não te estás a sentir a mais? - perguntou Ron a Draco.

- Caso não saibas... estou na minha sala comum!

- Malfoy, não te importas de sair? - pediu Hermione. - Depois chamo-te... temos que falar!

Draco levantou-se impacientemente e foi para o quarto.

- Foi o seguinte... - Harry contou tudo... desde o momento em que saíu do salão.

- Vocês são demais... mas...

- Claro, tinha de vir um mas... - disse Ron aborrecido.

- Não quero que sejam castigados por minha causa...

- Então não vais ao baile de Halloween...?

- Não... o nosso queridinho professor Snape disse que adiou a data para esse dia, sendo essa data mais significativa para nós. Já está a ficar tarde... acho melhor irem andando.

Harry e Ron saíram pelo retrato. Hermione sentou-se no sofá... tinha acabado de mandar os amigos embora, para estar com Draco. 'Não... eu não quero nada com ele... ele é o inimigo dos meus amigos'.

Hermione subiu as escadas e bateu na porta de Draco.

- Posso?

- Podes... Fala rápido que tenho sono.

- Eiii... que mau!

- Falas ou não? 'tou mesmo mal disposto...

Ele estava de pé perto dela.

- Então até amanhã... depois falamos!

Draco puxou-a pelo braço e olhou-a nos olhos.

- Desculpa... senta-te.

Ela sentou-se e começou a falar.

- Temos de ter ideias para o baile...

- Um baile em que nem sequer vamos estar presentes...

- Vamos ter de estar juntos...

Eles estavam de frente e os olhares cruzaram-se... os olhos de Draco, cinzentos estavam mais brilhantes do que nunca e os de Hermione nutriam desejo.

Sem repararem deram a mão e Draco passou a mão na cara de Hermione. Iam-se aproximando e já podiam sentir o respirar um do outro. Pareciam nervosos. Fecharam os olhos e os seus lábios uniram-se.

Hermione sentiu os lábios frios de Draco, enquanto ele sentia os mornos lábios dela. Foi um beijo longo e apaixonado.

Pararam para puderem respirar.

Draco assim que viu o que tinha feito levantou-se.

- É melhor falarmos amanhã...

- Tens razão. Boa noite.

Hermione ficou parada uns segundos após ele ter fechado a porta. Tinha sido um beijo magnífico.

'Acho que estou mesmo apaixonada por ele... mas não posso. Não posso...' 'A vida é tão injusta... porquê que nos temos de apaixonar pela pessoa errada! porquê...' começaram a cair lágrimas pelo rosto... não queria traír os amigos... mas o que sentia era mais forte. Ela sabia que era um amor quase impossível.

Draco foi para a janela pensar: 'como é que ela consegue controlar o meu interior? nunca nenhuma rapariga tinha o feito...'

Eles não queriam estar apaixonados.

E, nos dias que se seguiram mal se falavam, só para dizer um olá ou uma boa noite. Nas aulas trocavam olhares sinceros e já algumas pessoas tinham reparado. No jantar passava-se o mesmo. Ambos sabiam que estavam apaixonados mas não podiam...

No dia anterior ao baile de Halloween estavam a enfeitar o salão principal juntamente com a professora Mcgonnagall.

- Não se esqueçam que hoje não virão ao baile... têm castigo a cumprir. - lembrou-lhes.

- Já sei... - disse Draco.

- já sabemos - disse Hermione... ela sabia que não podiam se ignorar para sempre.

Draco olhou para ela e quando viu que ela olhou para ele, baixou a cabeça.

Depois de enfeitarem tudo, ele foi tomar um banho e ela foi para o jardim em frente ao lago. Sentou-se de baixo de uma árvore e ficou a olhar o céu.

Harry e Ginny passeavam de mãos dadas. Hermione sorriu, finalmente aqueles dois tinham se entendido. Precisamente há dois dias atrás...

- Como eu gostava que nós nos fôssemos assim... - disse para ela próprio.

Ron apareceu à beira dela.

- Olá, Hermione... a falar sozinha? - perguntou divertido. E vendo que ela não respondia perguntou: O que fazes aqui sozinha?

- Estava a pensar...

- Hoje tens castigo para cumprir...

- Importaste de não me lembrar, Ronald?

- Ok... ok...

- De certeza que não vieste aqui só para ver se estava tudo bem... precisas de alguma coisa?

- Na verdade, preciso... - Ron explicou-lhe que Ginny lhe tinha dito que Elke estava caídinha por ele, mas ele sentia-se envergonhado em lhe pedir para ir com ele ao baile.

- Ron...sempre o mesmo! Na verdade, tenho muita pena, mas não te vou puder ajudar... olha chegou a tua hora... não stresses. - disse Hermione ao vêr Elke vir na direcção deles. Hermione levantou-se e piscou o olho a Elke... esta ficou sem perceber.

- Elke...

- Sim, Ron...

- ãah... gostavas de ir ao baile comigo? - perguntou ele e depois respirou fundo.

- Claro, Ron... estava a ver que não perguntavas.

Hermione pensou ' que haja alguém feliz...'

Foi para o dormitório e olhou para o vestido preto que iria usar se fosse ao baile... Alguém bateu à porta e entrou logo. Nem dando sequer tempo dela guardar o vestido lindíssimo que tinha posto a frente do corpo.

- Ias ficar muito bem... - disse Draco.

Ela pousou o vestido na cama.

- Infelizmente, não vou puder usá-lo... Querias alguma coisa?

- A professora Sprout mandou-nos esta foto da planta que quer...

Hermione abriu...

- Quem é que ela pensa que sou? Uma ignorante? Eu sei muito bem que planta é... - disse ela nervosa, odiava que lhe explicassem tudo.

- Calma...

- Mas porquê? Ela não vai?

- Não... era isso... ela não vai, adoeceu-lhe um parente e ela foi de urgência. Se esse parente melhorar ela vem.

- Quem vai connosco?

- Ninguém...

- Ah... - disse ela, dando ar de falta de coragem. Afinal de contas não era todos os dias que se ia para a floresta com Draco.

Já escurecia. Todos já jantavam no salão principal com o som da música.

- Não vais jantar? Eu fico à tua espera aqui...

- Não tenho fome... tu não vais, Draco?

Draco disse que não com a cabeça. Já eram nove e meia da noite e eles decidiram ir.

Perto da cabana de Hagrid já ouviam o sopro do vento.

- Está escuro...

- A sério? - perguntou irónicamente Draco.

- Deixa de brincadeiras... e vamos procurar as plantas, quanto menos tempo estiver aqui...melhor!

Estavam no meio de árvores, não se via nada a não ser, escuridão e um pouco de nevoeiro.

O vento era forte e ouvia-se as corujas.

- Shhhhh... - ouviram alguém.

Olharam um para o outro. Depois, ouviram risos assustadores.

Hermione estava assustada. Draco segurava a mão de Hermione e encostava-a para si, como modo de protecção.

- Tenho medo... - disse baixinho Hermione.

- Não tenhas - tentou acalmar Draco.

Estavam abraçados e Hermione agarrava com todas as forças Draco, tentando refugiar-se. Os risos continuavam.

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Ui, ui q estas ferias tem sido o maximo ! :D

Sempre fui a Madrid , opah nao tem noçao , aquilo e' lindo ! maravilhoso msmo ... No outro fim de semana fui acampar e tambem foi espetacular :P Diverti'me imenso com o pessoal, apesar de haver aquelas chatices d chacha pelo meio . Mas pronto , de resto foi mto fixe ! E ja tenho saudades da Filipa , a amiga q nos convidou pra ir pra la , so q ela vai ficar la ate dia 5 de Setembro ! :|

De resto ate tava tudo a correr bem , tirando q eu tou com uma grande alergia . Conclusao : fui ao medico prai ha 3 dias , mas ele tava pra fora , poqe o meu medico e' o chefe dali xDD e' o manda-chuva !! Ent , dpois de mto matutar , fui ao reforço . O q era ? A doutora disse'me q era uma alergia e q tava a ficar pior , q ate podia ser alergia ao sol . OMG , conclusao , disse'me q n podia ir pra praia durante 5 dias . Mas eu , o meu grande eu , armou'se em SUPER HEROI , e decidiu ir pra praia mas com roupa e guarda-sol , mesmo 'a toninha . Raramente tive apanhar sol nos dois dias q fui pra praia , poqe ninguem me deixava , nem o meu CindereLLo nem a minha prima Diana . Mas hoje fui ver ao espelho e tou beeem pior =| Sinto'me q nem um bicho . Ahh , foi o q a medica disse q s eu nao tivesse ido la , ficava q nem um bicho . O pior e' q ela receitou umas pastilhas anti-alergicas q , segundo a farmaceutica , sao fracas . Aquilo era so pra tirar a comichao , mas n tirou , pelo contrario tou com imensa comichao . :S A medica mandou'me tambem besuntar'me de creme tipo nivea ou assim , entao o meu qerido e amoroso cinderello besuntou'me MESMO d nivea o pior e'q nao vejo efeito e ela disse pra eu ir ao medico caso nao passa'se . Enfim ... nao vos masso mais com a porcaria da alergia .

BeijinhOs * x)



publicado por Sara Mendes às 11:10
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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2007
...

 

O castigo...

 

- O que foi agora? - perguntou ela impaciente. O dia para ela tinha sido muito cansativo. Estava farta de discutir com Draco.

- Acho que te devo uma explicação - disse ele.

- A mim? Ou melhor a uma sangue de lama como eu? Não... não deves, agora muito boa noite! - disse ela decidida.

- Espera... - puxou-lhe pelo braço. - eu não devia de ter trazido para aqui a Parkinson. - disse ele fitando os seus próprios sapatos. De seguida, olhou para Hermione profundamente nos seus olhos. - Eu não gosto dela.

- Se não gostas dela, acho que estás a ser muito infantil... mas tu é que sabes. E se não te importas larga-me o braço... - e ao falar subiu as escadas sem olhar para trás.

Draco sentou-se no sofá e passou as mãos na cara... como quisesse dizer um " o que vou fazer com estas raparigas? " e mais tarde foi-se deitar.

Hermione estava deitada na cama enorme do quarto a pensar: 'porquê que ele quereria-me dar uma explicação?' ; 'porquê que insistiu?'... eram os pensamentos que pairavam na mente da rapariga.

Na manhã seguinte desceu e deu de caras com Draco.

- Até logo! - disse saíndo.

Estava perto do salão principal quando vê novamente Draco com Pansy. Olha para o lado e vê um aluno do primeiro ano Gryffindor a fazer um duelo com um aluno do primeiro ano dos Slytherin.

Hermione tirou a varinha de dentro da sua capa e foi em direcção aos alunos, assim como Draco que deixou Pansy espantada para trás.

- Parem os dois, imediatamente! - ordenou Hermione. O aluno da equipa dos Gryffindor, Jack Dawnson, parou e meteu a sua varinha no bolso. Ao contrário do outro aluno que continuou a desafiar Jack. - Se não parares vou ter de te levar imediatamente ao professor Snape... - ameaçou ela.

- Pára! - ordenou Draco.

Nesse instante, o aluno Slytherin viu ao longe Snape e fugiu. Draco e Hermione continuaram com as varinhas na mão. E olhavam um para o outro sem percebem o sucedido.

Snape chegou e pôs a mão no ombro de Hermione que ainda mantinha erguida a varinha na mão.

- O que pensa que está a fazer, miss Granger? - perguntou Snape.

- Eu... eu - tentou explicar-se. Draco olhava para ela. Nem eles percebiam muito bem o que se estava a passar.

- A ameaçar o Draco, suponho? - falou novamente Snape.

- Foi sim, professor... ela estava a torturá-lo... - defendou Pansy. E Draco olhou-a com ar de reprovação.

- Não... não... eu estava...

- Vai ser castigada... Apareça no meu gabinete hoje às nove da noite...

- Se a miss Granger for castigada, Mrs. Malfoy também será... - disse Mcgonnagall que tinha chegado nesse momento.

Hermione sorriu vitoriosa. Snape que não gostara dessa atitude decidiu castigar ambos.

- EU resolvo o castigo... - disse a professora de Transfiguração.

Snape olhava-a com ar ameaçador. Começavam todos os alunos a fazer roda à volta dos professores e dos chefes de turma. Chegando também a professora Sprout.

Snape explicou o sucedido e a professora de Herbologia resolveu o assunto.

- Eu estou a precisar dumas plantas que se encontram na floresta... eles podiam-me ajudar a encontrá-las... - sugeriu a professora Sprout.

- Combinado. - disse Mcgonnagall.

Hermione abriu a boca para falar e protestar:

- Mas...

- Cale-se, miss Granger... já fez asneiras suficientes por hoje. - ordenou Snape friamente. - Agora vamos todos tomar o pequeno-almoço!

Draco virou as costas e foi ter com Pansy. Hermione, Ron, Harry, Ginny e Elke conseguiram ouvir a conversa de Draco e Pansy:

- Porquê que fizeste aquilo à Granger?

- À sangue de lama? - disse rindo-se. - Porquê fofinho? Antes ela do que tu... não adiantou muito... mas soube-me muito bem humilhá-la.

Hermione tirou a varinha do bolso e ia em direcção à Slytherin quando foi impedida por Ginny.

- Deixa, Hermione... ainda agora ficaste com uma detenção. - lembrou.

- Pois... é a sorte daquela convencida! Porque ninguém me insulta! - disse enervada.

- Vamos, Hermione, nada que um pequeno-almoço não resolva. - sugeriu Elke.

- Mas o que se passou mesmo? - perguntou Ron.

Enquanto tomavam o pequeno almoço, Hermione contou tudo aos amigos. Depois tiveram aulas a manhã toda e uma aula de tarde e o resto do dia livre.

Ao fim da tarde ela saíu da sala comum dos Gryffindor para ir para a sala comum dos chefes de turma. ' Bem agora só me faltava apanhar o Draco com aquela nojenta... ' ' E se encontrasse? Isso não me importa nada... ' ' Ou importa? Eu era capaz de matá-los aos dois...' ia pensando Hermione.

Chegou à sala comum e só estava Draco deitado no sofá a ressonar. Foi buscar um livro de Herbologia para ler. Sentou-se numa cadeira em frente da enorme varanda.

Tentou concentrar-se, o que era um pouco difícil com o ressonar de Draco. Mas foi-se habituando e passado alguns minutos já nem tinha reparado que o barulho tinha parado. Draco estava em pé atrás de Hermione.

Olhava-a com atenção.

- Granger?

Hermione fechou o livro bruscamente.

- O que foi? Já não chega o Snape, a Parkinson e agora vens tu chatear-me? - perguntou ela levantando-se. Continuava furiosa. Nada lhe corria bem este ano...

- Desculpa se te incomodei... só vinha pedir desculpa pelo que a Pansy disse.

- Já pediste... mais alguma coisa?

- Eiii... não fui eu que te tramei, tá? - disse ele ficando furioso também. As bochechas dele começaram a ficar vermelhas. Ela tinha mesmo conseguido irritá-lo. - Não te esqueças que temos um castigo a cumprir hoje... na floresta!

- Não tenho medo... - disse enquanto punha a vista novamente no livro.

- Óptimo... assim não vais ter que te agarrar a mim...

Ela riu sarcásticamente.

- Isso... querias tu!

Levantou-se e foi para o quarto. Ficou até à hora do jantar a ler. Já Draco estava no sofá. ' Ela é bonita... mas é sangue de lama. E tem a mania que sabe tudo! ' ' ou melhor ela sabe mesmo... mas não deixa de ser a sangue de lama.' ' como consegues tratá-la assim? estavas à espera que ela te tratasse bem depois de tanto tempo a insultá-la?'.

Na hora do jantar ele olhava para a mesa dos Gryffindor, mais própriamente à procura de Hermione.

- Aquele paspalho não pára de olhar para ti, Hermione... - disse Ron.

- Deixa, Ron... - disse Harry. - Hermione, tenho pena que tenhas castigo por cumprir hoje.

- Ninguém lamenta mais que eu... ainda por cima na floresta...

- Pessoal... e se fôssemos com a Hermione? - perguntou Elke.

- Não podem, Elke... obrigado pela intenção. Mas se o Snape descobrisse ficavamos com pontos negativos...

Elke fez uma cara de decepção, queria mesmo ajudar Hermione.

Quando acabou de jantar, Hermione levantou-se.

- Tenho de ir... cumprir o meu castigo de sonho... - disse irónica.

- Adeus... toma cuidado contigo... - disse Harry.

Hermione já tinha saído, quando se fez luz na cabeça de Ginny:

- Harry, a tua capa!

- Boa, Ginny! - disse Harry sorrindo, levantou-se e puxou Ron pelo braço. Antes de correr até à sala comum dos Gryffindor, deu um beijo na testa de Ginny em gesto de agradecimento. A ruiva ficou a olhar para Elke corada.

Draco estava perto da sala de Herbologia, Hermione já se lá encontrava.

Quando lá estavam os dois, a professora Sprout passou a explicar o tipo de planta que queria:

- É um cacto que tem umas plantas em cima... e que serve para curar cortes profundos, sendo muito suculenta...e chama-se...

- Pachypodium lamerei... li sobre isso hoje. - disse Hermione.

- Muito bem, miss Granger... dez pontos para Gryffindor em pleno castigo!

- Mas... não é justo! - protestou Draco furioso.

A professora Sprout ignorou Draco.

- Podem ir...

Draco e Hermione já estavam a andar quando Hagrid chamou-os.

- Hermione, Malfoy... esperem!

- Mas, Hagrid... eles vão para o castigo.

- Iam, professora... iam! Vai haver uma reunião importante com os chefes de turma sobre o baile de Halloween.

Draco sorriu e olhou para Hermione. Ela também deu um sorriso.

- Mas... - contrariou a professora Sprout.

- A professora Mcgonnagall e o professor Snape disseram que iam passar para um dia mais significativo para eles. 'Tou a imaginar que seja no dia do baile...

- O quê? - perguntaram em coro Draco e Hermione.

- Bem... vão então para essa reunião... - concordou a professora Sprout.

Os três iam em direcção ao gabinete de Dumbledore, Draco protestava e Hermione suspirava fundo.

- Calma, meninos... pode ser erro meu. - disse Hagrid.

- Se eu bem conheço o Snape ele é capaz disso e muito mais... - disse Hermione. - Não podia ser neste baile!

Chegando ao gabinete sentaram-se meio contrariados.

- Bem... hoje estão livres do castigo... mas vão cumpri-lo.

- Quando, professor? - perguntou Hermione.

- Isso vou deixar ao cargo do professor Snape, miss Granger... a professora Mcgonnagall vai estar muito ocupada com ideias para o baile e vocês vão ter de ajudar.

- A data que eu escolhi foi a do dia do Halloween... - começou Snape.

Draco e Hermione trocaram olhares. Não queriam acreditar no que lhes estava a acontecer.



publicado por Sara Mendes às 15:04
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Quarta-feira, 8 de Agosto de 2007
...

Um dia cansativo...

- Quais serão as regras? - perguntou Draco virando-se de frente para Hermione.

- Primeiro de tudo, não me deves insultar...

- Pára com isso! 'Tou a falar a sério - disse ele olhando-a nos olhos.

- E não me insultares é uma das regras... ou queres que cresça ainda pior ambiente entre nós? - perguntou hesitante.

- Nãoo.. isso é o que menos quero! - disse ele com ar sincero.

Conversaram, pela primeira vez, civilizadamente e chegaram à conclusão de que não poderiam se insultar... nem ameaçar. Afinal de contas, teriam de se ver durante todo o ano. Fazer trabalhos juntos e meter ordem. Draco começava a pensar que era muito para ele.

Quando acabaram de falar, Hermione disse alto, o que queria pensar:

- Eu ainda não me acredito, todo o ano com um Malfoy...

- Olha... oh... - Draco saíu de dentro da sala dos chefes de turma.

Hermione tinha exagerado, na opinião de Draco. Além de o ter magoado, tinha dito UM Malfoy... estava a indefini-lo.

Ela continuava lá dentro a pensar porquê que ele teria reagido assim. O verdadeiro Draco Malfoy não teria esta reacção, mas sim insultava-a.

Ficou por uns instantes na sala e, depois, foi ter com os amigos. Não faltava muito para chegar a Hogwarts.

- Oi... - disse ela.

- E então? Desanimada? - perguntou Ginny preocupada.

- Oh... nem sei. - respondeu - O outro chefe de turma é o Malfoy.

- O quê? - perguntou Ron que já se levantava.

- Ouviste bem!

- Mas... o que aconteceu para estares assim, Hermione? - perguntou Harry preocupado e puxando Ron para se sentar pelo braço.

- Nem correu assim tão mal. - disse ela, e depois contou o que se tinha passado, excepto aquela parte em que Draco a olhava sinceramente e humildemente, pois ela achava que tinha sido visões dela, um Malfoy não era humilde e sincero com uma sangue de lama. Doía-lhe tanto pensar que o Draco pensava nela assim, como uma sangue de lama, ou então, a sabe-tudo.

Quando chegaram a Hogwarts, Hagrid chamava os pequenos alunos do primeiro ano.

- Venham! Sigam-me. - gritava ele.

Em breves minutos estariam em Hogwarts. Hermione olhava o castelo, sorrindo.

- Hermione, controla-te lá... não vais ficar eternamente a sorrir para Hogwarts, pois não? - perguntou Ron.

Hermione olhou-o com desdém. Já dentro de Hogwarts, sentaram-se na mesa dos Gryffindor e ela olhava para a mesa dos Slytherin, onde estava Draco também a olhar para ela.

- Ainda estás a pensar no que aconteceu, Hermione? - perguntou Ginny. Hermione simplesmente olhou para a ruiva e suspirou. - Pensaste mesmo que eu acreditei que se passou só aquilo?

- Podemos falar depois, Ginny? - sussurrou a Ginny, olhando para todos os lados para se certificar de que ninguém a ouvia.

- Claro - disse Ginny.

A rapariga recém-chegada, Elke, estava em frente a Ron e Harry.

- Bem-vindos a mais um ano na escola de feitiçaria e magia de Hogwarts! - disse Dumbledore olhando todos pelos óculos meia lua. - Como já sabem, a floresta é proíbida a todos os alunos... - continuou - Comece o banquete!

E assim foi. Todos começaram a comer.

Hagrid foi ter à mesa dos Gryffindor para dizer a Hermione que fosse à sala de Dumbledore e fez o mesmo a Draco.

Os alunos do primeiro ano estavam entusiasmados e depois do jantar, Hermione guiou-os ao dormitório assim como Draco.

Depois disso dirigiram-se ao gabinete de Dumbledore, mas não juntos. Enquanto Hermione acelarava o passo, Draco ia com muita calma. Quando Hermione chegou, ela e Dumbledore esperaram pelo loiro Slytherin.

Poucos minutos depois, ele chegou e sentaram-se.

- Bem... - começou o director calmamente. - agora que tenho aqui os dois chefes de turma posso começar - ele falava devagar - vocês têm um quarto especial, mas a vossa sala comum é a mesma. Vocês vão ter de fazer alguns trabalhos juntos, algumas listas e entre outras coisas que não são necessárias falar agora. Alguma dúvida?

- Sim. - respondeu Draco - Quais são as regras?

- São poucas... poucas. - respondeu Dumbledore que pegou em dois pergaminhos, um para Hermione e outro para Draco.

- Primeira: Não se insultarem. - disse Draco.

- Não fazerem duelos - continuou Hermione.

- Respeito mutuo.

- E organizarem as festas e os bailes.

- São poucas... - disse Dumbledore sempre calmo. - Foram feitas mesmo para vocês os dois.

Os dois estavam espantados.

Saíram do gabinete do director e foram em direcção aos respectivos dormitórios.

Os quartos eram grandes e estavam enfeitados com as cores das respectivas equipas. A sala comum era grande e cómoda. Tinha um grande sofá.

Hermione pensava se iria aguentar estar tanto tempo com o Draco, ele sempre tinha sido muito arrogante e antipático com ela... já Draco, pensava porque é que ela tinha pensado assim nele... Malfoys não suportam críticas. Ambos acabaram por adormecer.

Na manhã seguinte, Hermione acordou cedo para ir tomar um banho e depois, o pequeno-almoço.

Draco e Hermione cruzaram-se na sala comum antes de irem tomar o pequeno-almoço.

- Bom dia, ou já não se diz? - provocou Draco, ajeitando sensualmente a gola da camisa.

- Só se for para ti - respondeu Hermione. - Como deves saber o baile de Halloween está próximo. E para infelicidade de ambos, vamos ter que trabalhar nisso...

- Eiii, Granger... calma, ainda agora acordei... já me estás a falar de trabalho?

Hermione ignorou-o, virou-lhe as costas e saíu pelo retrato. Acelarou o passo para ir ter com os amigos ao salão principal.

- Bom dia - saudou todos, inclusivé Elke. - E então, Elke, «já conheces os cantos da casa»?

- Bom dia, Hermione... bem, a Ginny já me apresentou mais umas pessoas e já sei alguns sítios. Tais como: a sala comum dos Gryffindor e o quarto de banho.

- Bem... depois eu encarrego-me de te mostrar o resto... - disse sorrindo. - Harry, passa-me aí o sumo de abóbora, por favor...

- Já viram a primeira aula é com o Snape e com os Slytherin... - disse Harry com ar enjoado e passando o sumo a Hermione.

- Quem é o Snape? - perguntou inocentemente Elke.

- Já vais ver...

- Por favor... calem-se com isso! - disse Ron. - já me chega ter de aturá-lo na aula...

- E vamo-nos despachar, porque se chegarmos tarde, perdemos pontos...

- Uii... tou a ver que ele é cruel - concluíu Elke.

Apressaram o passo até chegarem à torre e esperaram em frente da sala pela chegada de Snape. Já estavam lá todos: Slytherin e Gryffindor.

Snape chegou com o seu passo acelarado, abriu a porta com a varinha e só parando na sua secretária.

Hermione tinha reparado na cara de Elke que parecia meia assustada.

- Abram o livro na página 14. - ordenou rispidamente.

Estavam todos a abrir os livros em silêncio.

Elke estava sentada entre Hermione e Ron. No lugar de Hermione tinha-se vista para o lugar de Draco.

- O professor Snape é sempre assim bem disposto? - perguntou Elke baixinho a Hermione.

O silêncio era tão grande que o sussurro de Elke fez-se ouvir em toda a sala. Snape que estava posteriormente de costas a escrever no quadro, virou-se de frente para as turmas e ainda conseguiu ver Hermione dar um toque com o braço em Elke.

- Miss Elke Durstin... creio?

- Sim, professor... - disse ela com algum receio.

- Na carta que nos enviaram da América a falar de si, não falavam da sua arrogância...

- Mas...

- Deixe-me falar... e já agora da sua falta de educação. Vinte pontos a menos para Gryffindor. - disse firmemente. - E você, miss Granger, deixe de dar toques... Dez pontos a menos para Gryffindor pela sua falta de respeito... iníciou mal o seu lugar de chefe de turma.

Muitos Gryffindor queixavam-se baixinho.

Hermione olhou para o seu lado esquerdo e viu a cara pálida de Draco a sorrir maliciosamente. A aula de poções passou devagar... parecia uma eternidade.

- Não ligues, Elke... - disse Ron. - Ele é sempre assim... tens de te habituar.

- Já começamos mal... - queixou-se Hermione que descia as escadas para ir para a aula de História da Magia. - Bem, que impressão que deves ter ficado. Ao menos agora vamos ter uma aula para relaxar, História da Magia, o professor é muito simpático.

- Não ligues, Elke... - repetiu Ron. - a Hermione é viciada em livros e adora estudar. Ela é a verdadeira sabe-tudo desta escola, tem as melhores notas de sempre. - disse-lhe baixinho.

- Era suposto eu não ouvir? Mas eu ouvi, Ronald! - disse Hermione.

O dia passou rápido e mal acabou de jantar, Hermione foi para a sala comum... ela estava a pensar no belo sofá que estava lá, onde se iria deitar, e que nada podia fazer com que esse momento não fosse único nessa noite.

Virou-se para o quadro do senhor de bigode que parecia parado no tempo, mais própriamente, Mr. John Boune e disse a password:

- Veritas Locas.

E quando entrou na sala comum, viu o belo sofá em que esteve a pensar nos minutos anterior ocupado por Pansy Parkinson e Draco Malfoy. Estavam enrolados aos beijos sem sequer darem pela presença de Hermione.

Só quando Draco beijou o pescoço de Pansy e ela olhou para a porta. E então disse:

- Draquinho... parece que não estamos sozinhos. - disse ela afastando Draco. - Parece que vou ter que ir andando.

Draco saíu de cima de Pansy e viu Hermione a olhar os dois constrangida, não pelo facto de estarem enrolados. O loiro levantou-se e ajeitou a camisa.

- Parece que sim... amanhã vêmo-nos. - disse ele não tirando os olhos de Hermione que permanecia com os braços cruzados a olhar para o sofá onde tinham estado segundos atrás.

- Quando te quiseres enrolar com alguém... vê se vais para o teu quarto... porque isto é uma sala comum, que como a própria palavra indica, é COMUM... neste caso aos chefes de turma.

- Estás com ciúmes, Granger? - perguntou ele entre risos.

- Ciúmes? Chamaria mais nojo... - respondeu ela. - Agora se não te importas vou-me deitar.

Draco estava consciente que Hermione não gostava de Pansy por andar com ele. Ele sentia-se na obrigação de dar uma explicação a Hermione.

- Espera, Granger... - chamou-a. Ela já estava a subir as escadas para ir para o quarto.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Bem , novidades ? Sim , algumas . Parece qe as ferias começaram agora a bombar... Mas e quase smp assim , e' smp no mes de Agosto . Ate pq e o unico mes q o meu menino tem ferias . Hum , este fim de semana acho q vou a Madrid a um parq de diversoes q tem la . E no proximo vou acampar pro geres :D

Depois eu escrevo mais :)*

Beijinhos



publicado por Sara Mendes às 18:14
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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2007
Draco/Hermione : No comboio .

No comboio

Deitaram-se já tarde. E claro que na manhã seguinte tiveram de ouvir Mrs Weasley, principalmente os rapazes.

Hermione e Ginny acordaram cedo com um berro da Mrs Weasley, levantaram-se rápidamente e vestiram-se... enquanto os rapazes, mesmo com o berro de Mrs Weasley, eles continuavam na cama a tentar dormir com a almofada em cima da cabeça.

Hermione apressou-se a ir ao quarto deles.

- Harry, acorda - disse ela abanando o ombro do rapaz. - Ron, acorda - fez o mesmo com Ron e saíu confiante que eles se iam levantar.

Harry pegou nos óculos que estavam ao seu lado e foi-se levantando, enquanto Ron dormia.

Não demorou muito até Hermione voltar lá para acordar, desta vez só Ron.

- Ronald!

- O que foi? - disse ele com ar aborrecido e ensonado.

- É para acordar... a tua mãe já fez o pequeno-almoço - disse ela irritada. - Despacha-te, Ron!

- Ok...ok, já vou. - disse o ruivo levantando-se.

Hermione desceu juntamente com Harry. Passado um tempo, Ron foi ter com eles à cozinha.

- Estava a ver que não vinhas, Ron - disse a irmã.

- Cala-te!

- Deixa lá, Ginny... ele continua a dormir. - disse Harry ironicamente.

Depois de tomarem o pequeno almoço foram embora para a estação de King's Cross. Harry ia à frente com Hermione e Ginny mais atrás com Ron.

- Nem imaginas o quanto feliz eu estou, Harry - disse ela brincando com as mãos com um ar infantil.

- Pois não... E já sabes quem é o outro ou a outra chefe de turma?

- Não... 'tou curiosa - disse ela dando um ar pensativo.

Despediram-se dos Weasley e foram para dentro do comboio. Procuraram um lugar livre mas, foi em vão. Tiveram de ficar num que já estava uma rapariga.

- Podemos? - perguntou Hermione.

- Claro... - respondeu a rapariga que se afastou para junto da janela para que se sentassem todos.

A rapariga tinha o cabelo liso e castanho, o seu tom de pele era moreno. Era magra e alta. Era uma rapariga muito bonita.

- Eu sou a Hermione. - apresentou-se. - Este é o meu amigo...

- Harry Potter - disse ela.

- Exacto. - Harry sorriu.

- Eu sou o Ron. - disse ele olhando a beleza da rapariga.

- Ginny Weasley. - disse Ginny sorrindo. - E tu quem és?

- Eu sou nova aqui... vim duma escola dos Estados Unidos. Sou a Elke. Na verdade, sou de nacionalidade belga, mas vivi na América durante muito tempo.

- Mas estás com a capa dos Gryffindor... - afirmou Ron confuso.

- Sim - disse Elke. - Eu tive de vir aqui fazer a inscrição. E então o professor Dumbledore teve de me pôr o chapéu mágico e calhei nos Gryffindor. Vocês também são, não é verdade? - perguntou ela olhando para as fardas.

- Exacto - disse Hermione. - Foi um prazer conhecer-te, Elke. Mas, agora vou ter de ir...

Hermione acenou e saíu em direcção à sala dos chefes de turma que ainda era distante. Acelarou o passo e quando lá chegou, bateu à porta.

- Posso? - perguntou ela entrando.

Não viu ninguém... supôs que só estivesse ela. E quando já tinha entrado ouviu uma voz.

- Que absurdo!

Não demorou muito para ela reconhecer a voz. E, logo de seguida Draco veio em direcção a ela.

- Tu? - perguntou ela admirada.

- Eu...? Sou chefe de turma, e agora? Tu também és, já reparei... tinhas de ser escolhida, a sabe-tudo, ou melhor, a sangue de lama... Bah! - reclamou ele.

- Como te atreves a insultar-me? Eu fiz tudo para merecer este lugar... agora tu... - disse ela lançando-lhe um olhar de reduz-te à tua insignificância.

Draco apontou a varinha para Hermione e fê-la encostar à parede.

Hermione não sabia se haveria de sentir medo. Draco passava a dar um ar mais ameaçador... a respiração dela estava ofegante. Ele não lhe tirava os olhos dos olhos dela. E a varinha continuava apontada para Hermione. Foi então que ela ganhou coragem e perguntou:

- O que estás a fazer, Malfoy?

- Nunca mais me substimes! - disse ele muito próximo dela.

Estavam cada vez mais próximos e olhar de Draco não era mais ameaçador... Parecia um olhar sincero e humilde. Mas essas duas palavras não encaixavam em Draco. Draco deu consigo a olhar para os lábios de Hermione e depois de ela dizer um "ahn..." é que ele se afastou, virou as costas, passou a mão nos cabelos loiros e disse:

- Vamos ter que conviver muito mais...

- Pelos vistos! - disse ela suspirando ou de alívio por ele ter estado tão perto dela, o que a assustava ou por ter de estar com ele tanto tempo nesse ano.

___________________________________________________________

Hoje faço um ano de namoro . : D

AMO'O CADA VEZ MAIS I MAIS @ <3

A musica qe indico em baixo e uma musica do Evan qe pertencia a banda da Avril Lavigne , ele dedicou-lhe essa musica , e tao linda . Se alguem quiser e' so dizer qe eu deixo o meu msn pra enviar . AVISO QE E LINDA : D


sinto-me: Nem sei .
música: Evan Taubenfeld - The Best Years of our Lifes
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publicado por Sara Mendes às 21:31
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